::ABOUT WEEZER

O Weezer foi formado em 14 de Fevereiro de 1992 em Los Angeles, California. Quatro amigos se juntam para montar uma banda, influenciados por bandas que gostavam, como Pixies, KISS, entre outros. O nome Weezer viria do apelido de escola do vocalista, em referência aos sons que sua asmática respiração emitia. Em 10 de maio de 94 sai o disco de estréia, Weezer (mais conhecido como "The Blue Album"). No inverno de 1995, a consagração: uma turnê mundial, chamada de "World Domination Tour", que teve início em Londres e terminou na Noruega. Enquanto isso, a música Buddy Holly estoura entre as 100 mais da BillBoard. Em 1996 o weezer inicia as gravações de seu segundo disco, Pinkerton, cuja turnê começaria em agosto. Em 2000 com nova formação a banda reaparece com o Green Album. E dois anos depois o weezer ressurge com Maladroit que também veio acompanhada de outra nova formação da banda. Em Maio de 2005 o Weezer lança Make Believe.

::THE BAND:

::Rivers Cuomo: vocal, guitarra

::Brian Bell: guitarra,backing vocal

::Scott Shriner:baixo,backing vocal

::Patrick Wilson: bateria






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Weezer

Segunda-feira, Julho 09, 2007

::: Depois de anos... :::

Prometo voltar a trazer notícias novas da banda.

Aguardem !
Publicado por * Malu * em 11:59 PMComments:

Sexta-feira, Julho 15, 2005

::: Estado de São Paulo

Grupo de rock alternativo, o Weezer faz uma animada crítica à Califórnia e aos drogados em seu quinto álbum



São Paulo - De vez em quando, bem de vez em quando, Rivers Cuomo larga os seus retiros espirituais, as suas aulas no curso de Inglês de Harvard e suas esquisitices a granel, pega sua guitarra, seleciona uma dúzia de canções em sua produção diária de uma ou duas e abençoa o resto da Humanidade com um novo álbum de seu grupo de rock, o Weezer. São 12 anos de carreira, só cinco CDs e 56 canções - fora um punhado incluído como bônus numa edição especial de seu primeiro disco - nessa balada. Cuomo acaba de pôr na rua o extraordinário Make Believe (lançamento nacional da Universal), que rivaliza em qualidade com aquele Weezer de 1994, capinha azul contendo as já clássicas Buddy Holly e Say It ain¿t so.

O som do Weezer, você há de se lembrar apesar dos hiatos, é uma síntese perfeita entre o pop dos anos 50 e 60, o pop metal dos anos 70 (Cuomo é fã do Kiss) e o pós-punk dos anos 80. Em suma: uma banda de rock alternativo para os anos 90 e além. Já em termos de imagem, tão importante quanto o som desde o advento da MTV, o Weezer simplesmente não se parece com uma banda de rock. São quatro caras - Cuomo (voz e guitarra), Brian Bell (guitarra e vocais), Pat Wilson (bateria) e, em Make Believe, Scott Shriner (terceiro baixo de sua história) - com jeito de ¿nerds¿, usando óculos e camisas listadas. Um visual que ajuda bastante o culto dedicado ao grupo nas universidades americanas.

Este visual também é trabalhado em clipes engenhosos e engraçadinhos, capazes de misturar a banda com os personagens dos seriados de TV Happy Days e Muppets, por exemplo. No novo álbum, produzido por Rick Rubin, o clipe da música Beverly Hills foi gravado na famosa mansão do dono da Playboy, Hugh Hefner, com Cuomo e seus amigos ¿cê-dê-éfes¿ cercados por modelos peitudas. Há trechos do clipe inseridos na faixa multimídia do CD, um making of de dez minutos que conta com entrevistas dos membros da banda, exceto, naturalmente, Cuomo. Talvez estivesse meditando em algum ponto remoto dos EUA, talvez estivesse fechado em casa com as luzes apagadas.

A esquisitice do cabeça do Weezer não parece ser só uma jogada de marketing. Ela mantém a vida dos outros integrantes da banda em permanente tensão. Eles hesitam antes de se declararem ¿amigos¿ e mantêm uma relação de amor e ódio com seu líder. A revista Rolling Stone dedicou-lhes uma capa pela primeira vez no começo deste mês. Qualquer banda de rock venderia a mãe em prestações para conseguir isso. Cuomo, porém, disse que só falaria com a repórter Vanessa Grigoriadis se conseguisse acomodar o papo antes de se meter num retiro em Yosemite. Se não, ficava para uma próxima. ¿Por um lado, pensei ¿Jesus, como você pode fazer isso com a gente? Nós trabalhamos duro por 12 anos e finalmente conseguimos a capa e você ferra tudo com uma frase¿¿, contou Bell à repórter. ¿Então, outra parte de mim diz ¿Esse cara tem colhões!¿ Mesmo sendo realmente egoísta.¿ (Cuomo afinal falou à Rolling Stone. Dois encontros cronometrados de uma hora cada um.)

Quem apenas vê o clipe festeiro de Beverly Hills ou apenas escuta o poderoso gancho rítmico-melódico da canção, periga perder sua melhor parte, a letra. Nela, Cuomo faz uma crítica ácida à Califórnia onde mora quando não está em Harvard e, ao mesmo tempo, examina sua própria inadequação a ela: ¿A verdade é que eu não tenho chance/ É algo em que você nasce/ E eu simplesmente não me encaixo/ Não, eu sou apenas um caído idiota sem classe/ E sempre vou ser assim/ É melhor viver minha vida/ E ver as estrelas atuarem.¿

O CD, todo ele excelente, tem outro ponto alto em We Are All on Drugs, também animadaça - artificialmente animadaça. Nela, Cuomo investe contra a galera que passa o tempo inteiro drogada como Johnny Rotten, dos Sex Pistols, investiu contra abortos por motivos estéticos em Bodies. O rock, até o praticado por malucos, pode ser bastante sensato. A letra ironiza a sensação de bem-estar proporcionada pelas drogas, alerta para a ressaca paranóica e avisa que largá-las não é fácil. Fecha com dois versos que se aplicam tanto aos usuários de drogas quanto aos de meditação transcendental: ¿Eu quero atingir um plano superior/ Onde as coisas nunca mais sejam as mesmas.¿

No terceiro ponto alto do CD, The Other Way, Cuomo assume um discurso antimessiânico travestido de apenas mais uma canção de amor. De início ao violão, antes da entrada em cena daquelas guitarras, imensas e pesadas como as paredes de água de Mavericks, ele se explica: ¿Eu quero te ajudar/ Mas não sei como/ Eu quero te confortar/ Mas não consigo me expressar/ Eu tenho muitos temores/ Sobre rejeição/ Eu tenho muitas memórias/ Da dor/ Eu sempre fui/ Um pouco tímido.¿ Singelo e brilhante para um astro de rock que supostamente deveria encarnar a autoconfiança de sua geração, um cara hábil o bastante para moldar uma canção memorável a partir de um ¿ô-ô-ô-ô¿ (Peace).

Rivers Cuomo passou os últimos dois de seus quase 35 anos de vida sem manter relações sexuais (com garotas orientais, mania sua). Canalizou sua libido para a meditação e para um álbum que, no entender deste colunista, é o melhor de 2005 até agora. Música, letra e imagem tornam esse nativo de Nova York uma espécie de versão roqueira do conterrâneo Woody Allen. Contudo, os possíveis paralelos não se esgotam aí. O estado americano que ele(s) enxerga(m) como uma filial boba-alegre de Gomorra se parece tanto com o de Pergunte ao Pó e de Abaixo de Zero, respectivamente dos escritores John Fante e Bret Easton Ellis, quanto com o de Hotel California, o LP dos Eagles. Ou seja, uma terra pródiga em promessas frustradas. O Weezer, entretanto, há muito já se concretizou.

Abraços,
Malu

Publicado por * Malu * em 10:46 PMComments:



::: Liam: Rivers é o meu Rockstar favorito.

O mais recente trabalho de Cuomo e cia. mantém a essência dos anteriores. A pegada roqueira característica do grupo fique evidente em faixas como We Are All on Drugs ¿ a melhor do disco ¿ Pardon Me e The Other Way, mas também há bastante leveza.

Faixas como Beverly Hills, This Is Such a Pity, The Damage in Your Heart e Freak Me Out mostram o quarteto em clima de anos 80, de new wave ou ¿power pop riffs¿, como definiu o crítico americano Aidin Vaziri no site Amazon.com.

Perfect Situation e My Best Friend trazem o quarteto americano para perto do rock britânico contemporâneo, em especial do Oasis, de quem eles já fizeram alguns covers em shows.

Em entrevista ao site americano Chart Attack, Liam Gallagher afirmou gostar do Weezer.

¿Eles são aquele tipo de banda que você vê na TV e diz: ¿Eu gostei deles. Acho que são legais.¿ Rivers Cuomo é o meu rock star favorito¿, disse Liam.

Muitos vêem em Cuomo ¿ ótimo vocalista de rock, dono de uma voz forte e temperamento idem ¿ o motivo do sucesso do Weezer. Mas o grande trunfo da banda é saber alternar, com harmonia, a suavidade da música pop com a agressividade do hard rock, gerando um resultado muito interessante que pode ser exemplificado em faixas como Hold Me e Peace. Músicas com cara de sucesso, como quase todas de Make Believe.

O Weezer faz música pop de bom gosto, que agrada tanto o indie quanto o mainstream. Não è à toa que são uma das bandas mais cultuadas do momento.

Abraços,
Malu
Publicado por * Malu * em 10:36 PMComments:



::: A polêmica



O Rivers Cuomo entrou para a galeria dos ¿roqueiros excêntricos¿. Ele sempre foi nerd e perfeccionista mas desta vez, irritado com o resultado da primeira versão do novo álbum, o cara pirou.

Na Rolling Stone deste mês, o povo destrincha o que aconteceu com nosso garoto (que já está com 34 anos) nos últimos dois anos. Para ter uma idéia, a manchete é ¿Rivers Cuomo hasn't had sex in two years, and boy, is he ready to rock¿.

Cuomo largou mão das ¿coisas materiais¿, voltou a estudar, passou a meditar e coisa e tal. Com isso deixou os companheiros de grupo putos, já que agora não liga mais para entrevistas, só tira foto com suas condições, esse tipo. Coisa de vocalista do Radiohead, do Morrissey e por aí vai.

O disco novo, que já ouvi umas oito vezes, ainda é um estranho conhecido. É bom, gostei. Estão lá de volta uns momentos inspirados da guitarrinha, o vocal contente e lamurioso de Cuomo está de volta, bem mais trabalhado que anteriormente.

Tem até música que flerta com os 80's e uma bem no estilo guitar rock início dos anos 90, à la Pavement e Dinosaur Jr. Tem também uma farofeira e outra.

Bem, não dá para comparar com o Blue Album e o Pinkerton. É como se tivessem chacoalhado o Maladroit e o Green Album com mais alguma coisa.

O Weezer nunca será o Blue Album novamente mas, se vc gosta tanto quanto eu e ler as letras de Make Believe vai até aceitar numa boa.

Abraços,
Malu

Publicado por * Malu * em 10:34 PMComments:



::: Review da revista Set



Rock do bem
Apesar da maluquice de seu líder, o Weezer chega ao quinto disco com aura zen, novas confissões e vários hinos grudentos
Por: Rodrigo Salem
Publicado em: 06/2005 - edição 216


Make Believe. Universal

Aparên-cias enga-nam. O suéter impecável, óculos granda-lhões na cara e o corpo fran-zino deixam Rivers Cuomo, líder do Weezer, com o maior jeitão de nerd bom moço que toda mãe sonha para sua filha. No entanto, a nora mudaria de idéia em dez segundos ao ultrapassar a superfície do homem que ajudou a criar o movimento emocore. Cuomo não é um sujeito normal. Criado por naturebas hipon-gas, cresceu jogando RPG e sonhando em liderar uma banda como a Kiss, ainda hoje sua maior referência. Quando finalmente conseguiu alcançar o estrelato com o Weezer, no seminal Blue Album, o ego começou a inflar: brigou com dois baixistas, um deles seu melhor amigo, e tomou as rédeas das composições do grupo. Foi quando Pinkerton, de 1996, sucumbiu às críticas e ao fracasso comercial ­ apesar de ter se tornado obrigatório anos depois para qualquer banda de rock. Infeliz por ter aberto seu coração em canções ignoradas, Cuomo alugou um pardieiro em Hollywood e se trancou por meses, com janelas isoladas e cobertas por lençóis pretos. Resolveu cursar Harvard e, ironicamente, a banda se tor-nou mais famosa que nunca com a ascensão da Internet.

Quando resolveu sair do exí-lio, cinco anos depois, apareceu com o pop Green Album, que vendeu 2 milhões de cópias e ganhou ótimas resenhas. A feli-cidade voltou ao coração do inseguro cantor e guitarrista, que, após um ano, mandou outro disco, Maladroit. A idéia era compor um álbum a cada doze meses, algo normal para um cara que escreve 70 músi-cas em alguns dias. Mas quan-do começou a ensaiar para o quinto trabalho, Rivers notou que as canções não o estavam satisfazendo e que sua vida de rockstar (sexo fácil, bebidas, gastos homéricos com bobagens) estava passando por cima de sua criatividade. Depois de se aconselhar com o produtor Rick Rubin, o chefe do Weezer conheceu o mundo da meditação e "pirou" pela segunda vez: vendeu ou doou todos os seus bens, voltou para a universidade, entrou em pro-jetos assistenciais, fez uma lista de pessoas para se desculpar (inclusive seu ex-baixista, com quem fez shows no ano passado), entrou ainda mais na meditação e... passou dois anos no celibato. Todos esses aspectos podem ser encontrados em Make Believe, um disco muito mais relaxado e pessoal que os dois últimos do grupo.

A primeira audição do CD mostra que Rivers Cuomo manteve a postura pop simplista das duas últimas gravações e que fez do disco um tremendo pedido de desculpas. Em "Par-don Me", ele "se desculpa com você e com todos que fiz sofrer/" para depois explicar que está melhorando ("Posso não ser uma alma perfeita, mas posso aprender a ter auto-controle"). "My Best Friend" é Rivers pedindo perdão ao ex-baixista Matt Sharp na costumeira mistura de surf music e punk rock grudenta do Weezer. A simplicidade dos arranjos ganhou alguns enfeites de Rubin, mas elas parecem contagiar as letras. Quando faz uso de sua veia irônica em "Beverly Hills", Rivers Cuomo escorrega feio, numa mistura de emocore e rap que nunca poderia servir como primeiro single. É o único momento fraco de Make Believe. Quando arrisca o cinismo novamente, na divertida "We Are All On Drugs", o Weezer encontra o rumo.

Em termos de comparação, Make Believe seria o elo perdido entre o Green Album e Pinker-ton. Há o romantismo melan-cólico que só Rivers sabe fazer sem soar patético nas ótimas "Perfect Situation", "Hold Me" e "The Damage In Your Heart", essa última clamando para ser um single arrasador. Há outras boas surpresas no disco: "This Is a Pity" é Weezer querendo ser The Killers, usando teclados oitentistas, letras otimistas ("É uma pena/ Nós deveríamos dividir o amor entre cada um de nós/ E não esse ódio que nos destrói") e ritmo crescente. Quer mais? "Freak Me Out" se-ria a versão Weezer para alguma música de Boy, estréia do U2, mas trocando a seriedade de Bono pela história do voca-lista encontrando uma aranha no meio da noite. Quando a maravilhosa e depressiva "Haunt You Every Day" encerra Make Believe, há a sensação de termos passado por um disco pacifista, de um cara de bem com a vida. Aproveite enquanto pode. Ninguém sabe até quando a alma zen budista de Rivers Cuomo vai conviver com sua faceta roqueira.
Publicado por * Malu * em 10:28 PMComments:



::: Confirmado.

Está no site oficial. Finalmente, depois de anos e anos de espera, o Brasil, mais especificamente a cidade de Curitiba receberá uma das mais adoradas bandas, claro que eu falo do Weezer.



NEW - 9/24/05 - Curitiba, Brazil - Curitiba Festival - on sale July 25!

Abraços,
Malu

Publicado por * Malu * em 10:08 PMComments:

Quarta-feira, Abril 20, 2005

::: Weezer no Curitiba Pop Festival? :::
Organização não confirma mas, após desistência do New Order, banda do nerd Rivers Cuomo pode ser a grande atração do evento



O tempo vai passando e a pergunta está no ar: vai ter Curitiba Pop Festival esse ano? Essa é a indagação de dez entre dez pessoas que viram pelo menos uma das duas edições do festival que trouxe bandas como The Breeders, Teenage Fanclub e os lendários roqueiros do Pixies, em apresentação única na América Latina.

Ainda não há data nem atração principal confirmados mas a organização do festival, que garantiu sua realização, continua correndo atrás dos convidados. O New Order desistiu e a bola da vez são os norte-americanos do Weezer, que lançam novo álbum em maio.

De acordo com o promotora e nova dona do Curitiba Pop Festival (CPF), Paola Wescher, o New Order, que estava bem perto de dar as caras na capital paranaense em maio, não veio simplesmente porque não querem viajar para muito longe. ''Eles disseram: 'não queremos ir para a América do Sul, sem viagens para muito longe' e não vêm mais'', afirmou Paola, que foi uma das principais responsáveis pela vinda das bandas gringas nas edições anteriores do festival indie.

No ano passado, o Teenage Fanclub já havia sido anunciado em março e, em abril, acontecia o alvoroço para conseguir um dos limitadíssimos ingressos para o show do Pixies, inicialmente marcado para a Ópera de Arame e depois alterado para a Pedreira Paulo Leminski.

Nesta edição, porém, o festival deve acontecer somente em julho ou agosto. Como o CPF não é mais um projeto da Prefeitura de Curitiba, precisa da captação de recursos independente, o que pode demorar um pouco. ''Vai acontecer mas ainda não tem data'', assegurou Paola.

Perguntada sobre a possibilidade da vinda do Weezer, Paola hesitou e preferiu desconversar. ''Não sei... A possibilidade deles virem é a mesma de qualquer outra banda internacional.'' Weezer, banda liderada pelo nerd Rivers Cuomo, é muito querida no circuito alternativo desde 94 e ganhou maior projeção após o terceiro disco, o ''Green Album''. Hoje tem no Brasil um dos maiores redutos de fãs.

O single e o videoclipe ''Beverly Hills'' (que se passa na mansão da Playboy), já estão disponíveis no site www.weezer.com e o novo álbum debuta no dia 10 de maio. Eles saem em turnê em seguida e há um ''buraco'' na agenda em julho, antes do retorno aos palcos no Japão em agosto. Seria este, finalmente, o espaço dedicado aos brasileiros?

Bem, se de especulação vive a esperança dos fãs, vale acrescentar que a empresa de telefonia Claro, que agora está investindo em festivais de rock, estaria também atrás do quarteto de Rivers Cuomo e, no segundo semestre, no Tim Festival, já estariam confirmados o hype escocês Franz Ferdinand e representantes da mais nova safra, o Kasabian.

Por: Claudio Yuge
claudio@bonde.com.br

Abraços,
Malu



Publicado por * Malu * em 5:34 PMComments:

Segunda-feira, Abril 18, 2005

::: Assista o novo clipe do Weezer :::



Foi disponibilizado na internet o novo clipe do Weezer, o vídeo para o novo single Beverly Hills, lançado no final do mês passado.

O clipe foi gravado no dia 28 de fevereiro na Mansão da Playboy, contando com cerca de 150 figurantes e a direção de Marcos Siega, que já havia trabalhado com a abnda anteriormente no clipe para Hash Pipe, primeiro single do álbum auto-intitulado que o Weezer lançou em maio de 2001.

Para assistir ao clipe de Beverly Hills, basta acessar o link abaixo e selecionar sua preferência:

http://www.weezer.com/downloads/Default.asp?assetid=1172684&

Abraços,
Kitty Cuomo

Publicado por * Malu * em 2:29 PMComments:

Domingo, Abril 17, 2005

::: Make Believe :::

Com lançamento marcado para 10 de maio, Make believe, o novo álbum do Weezer, trará doze faixas inéditas. Os nomes das músicas foram divulgados no site oficial da banda, confira:



Beverly Hills
Perfect Situation
This Is Such a Pity
Hold Me
Peace
We Are All on Drugs
The Damage in Your Heart
Pardon Me
My Best Friend
The Other Way
Freak Me Out
Haunt You Everyday

No dia 26 deste mês o Weezer inicia uma turnê pelos EUA, com a abertura da novata Ringside. A banda também confirmou sua presença no evento Vegas Rocks ao lado do Red Hot Chilli Peppers. O evento, que rola em Las Vegas, será gratuito e tem um público esperado de 50.000 pessoas.

Os boatos de um possível show no Brasil continuam firmes e fortes. O último deles foi levantado pelo misterioso site www.240605.cjb.net. É ver para crer.

Abraços,
Kitty Cuomo
Publicado por * Malu * em 9:21 PMComments:

Terça-feira, Junho 15, 2004

::: Resenha sobre o DVD :::

Imagina um fã do Los Hermanos. Daqueles caras chatos que sabem todas as músicas de cor, não perdem um show e só sabem falar sobre as letras do grupo. Multiplica isso por cem e você terá um fã do Weezer. E olha que eles são centenas de milhares em todo o mundo, algumas dezenas de milhares aqui no Brasil mesmo. Então já dá para imaginar a histeria que ocorreu em todas as dezenas de listas de discussão na internet voltadas para o grupo depois do anúncio do lançamento do DVD da banda, contendo imagens de toda a carreira. Após meses de especulações diárias, o mistério finalmente acabou.
O DVD do Weezer se chamará "Video capture device" e estará nas lojas americanas no dia 23 de março. E o melhor, junto com a confirmação, veio a lista que os fãs tanto esperavam: o set list do DVD. Confira agora em primeira mão aqui no Laboratório Pop:

Vídeos:

¿ Undone - The sweater song
¿ Buddy Holly
¿ Say it ain¿t so
¿ El Scorcho (directors cut)
¿ The good life
¿ Pink triangle (home made, no budget)
¿ Hash pipe
¿ Island in the sun (dirigido por Marcos Siega)
¿ Island in the sun (dirigido por Spike Jonze)
¿ Photograph
¿ Dope nose
¿ Keep fishin¿
¿ Slob (low budget)

Documentário, Lado B e material ao vivo:

¿ Undone - The sweater song (versão alternativa)
¿ "Weezer goes to NY: The making of the blue album"
¿ In the garage (live)
¿ Jamie (live)
¿ Buddy Holly news
¿ Saction (spring 1995 tour)
¿ Say it ain't so (B-roll version)
¿ Say it ain't so (live from "the Dave Letterman Show")
¿ Weezer goes To Van Nuys: the making of Pinkerton"
¿ El Scorcho (live)
¿ The good life (versão lado B)
¿ Pink triangle (acústico ao vivo)
¿ Mykel and Carli (ao vivo)
¿ My Brain (ao vivo)
¿ Outlog
¿ "Stoopid fresh" (aquecimento para o 'Green Album')
¿ "How not to do an interview"
¿ Dope Nose (versão lado B)
¿ Eurotrash (turnê de 2002)
¿ Take control (ao vivo)
¿ Fall together (passagem de som)
¿ Prodigy Lover (demo session)

Gostou? Ou você é daqueles fãs que sempre acham que faltou alguma coisa?


Abraços,
Kitty Cuomo
Publicado por * Malu * em 10:49 PMComments: